Ajuda / Agora
Em perigo, ligue 190. Abaixo estão os canais gratuitos, o primeiro passo para cada situação e os serviços que formam a rede de atendimento.
- Gratuito
- Sigiloso
- 24 horas
01 / Canais gratuitos
Ligue de qualquer telefone, fixo ou celular. Todos os números são gratuitos.
- 190
Polícia Militar
Perigo imediato: uma agressão acontecendo agora ou a ameaça de que aconteça. Vizinhos e testemunhas também podem ligar.
- 180
Central de Atendimento à Mulher
Orientação sobre direitos e sobre a rede de atendimento, e registro de denúncias de violência contra a mulher. Pode ser acionada pela própria mulher ou por quem sabe da situação.
- 100
Disque Direitos Humanos
Denúncias de violência contra crianças e adolescentes, pessoas idosas, pessoas com deficiência, população LGBTQIA+, população em situação de rua e outros grupos. A denúncia pode ser anônima.
- 188
CVV, Centro de Valorização da Vida
Apoio emocional e prevenção do suicídio para quem precisa conversar, a qualquer hora. Também por chat e e-mail no site do CVV.
- 192
SAMU
Urgência médica: ferimentos, intoxicações, risco à vida ou crise que precise de atendimento imediato.
- 136
Disque Saúde, Ouvidoria do SUS
Informações sobre os serviços do SUS e reclamações sobre o atendimento, inclusive situações de violência institucional nos serviços de saúde.
02 / Por onde começar
Encontre a sua situação e o primeiro passo.
Estou em perigo agora
Ligue 190. Se puder, vá para um lugar com outras pessoas ou peça a alguém que ligue por você. Ferimentos graves: 192.
Vivo uma relação violenta
O Ligue 180 orienta a qualquer hora, com sigilo. Você pode fazer um plano de segurança e pedir medida protetiva, mesmo sem boletim de ocorrência.
Quero ajudar alguém
Escute, acredite e apresente a rede, sem pressionar. Se presenciar uma agressão, ligue 190: vizinhos e testemunhas também podem chamar ajuda.
Uma criança ou um adolescente corre risco
Comunique ao Conselho Tutelar ou ao Disque 100, que aceita denúncia anônima. Em risco imediato, ligue 190.
Sofri violência sexual
Procure um serviço de saúde o quanto antes, de preferência nas primeiras 72 horas. O atendimento é um direito e não depende de boletim de ocorrência.
Penso em me machucar
Ligue 188, de graça e a qualquer hora, para conversar com o CVV. Em risco imediato, ligue 192 ou vá a uma UPA ou pronto-socorro.
Sou profissional da rede
Acolha sem julgar, notifique no Sinan, faça as comunicações previstas em lei e garanta o seguimento do cuidado.
Quero parar de agir com violência
Reconhecer é o primeiro passo. Procure uma unidade de saúde, um CAPS ou um CREAS e pergunte sobre os grupos reflexivos para autores de violência.
03 / Sinal Vermelho
Um X vermelho na palma da mão é um pedido de socorro.
Quem não consegue falar pode desenhar um X vermelho na mão, com batom, caneta ou o que tiver, e mostrá-lo no balcão de farmácias, repartições públicas e outros locais participantes do programa Sinal Vermelho contra a Violência Doméstica. A equipe do local aciona a ajuda de forma discreta.
O programa foi instituído pela Lei 14.188/2021. Se alguém mostrar o sinal para você, mantenha a calma, leve a pessoa para um lugar reservado, se for seguro, e ligue 190.
04 / Rede de atendimento
Ninguém precisa enfrentar a violência sem apoio. Estes serviços trabalham juntos.
Os nomes e endereços variam de cidade para cidade. O Ligue 180 e o Disque 100 informam quais serviços existem perto de você.
Unidades de saúde
UBS, UPA, hospitais e CAPS acolhem, tratam lesões e sofrimento, fazem a notificação da violência e encaminham para a rede. O atendimento não depende de boletim de ocorrência.
Delegacias
As Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher e qualquer outra delegacia registram a ocorrência e encaminham o pedido de medidas protetivas de urgência.
Casa da Mulher Brasileira
Reúne no mesmo lugar acolhimento, apoio psicossocial, delegacia, Defensoria, Ministério Público e Juizado, nas cidades onde existe.
Centros de Referência da Mulher
Oferecem acolhimento, acompanhamento psicológico e social e orientação jurídica para mulheres em situação de violência.
CRAS e CREAS
Os centros da assistência social apoiam famílias e acompanham pessoas em situação de violência, inclusive crianças, adolescentes e pessoas idosas.
Conselho Tutelar
Recebe a comunicação de suspeitas ou casos confirmados de violência contra crianças e adolescentes e aplica medidas de proteção.
Defensoria Pública
Orientação e defesa jurídica gratuitas: medidas protetivas, guarda, pensão, divórcio e outros direitos.
Ministério Público
Defende os direitos de mulheres, crianças, adolescentes, pessoas idosas e pessoas com deficiência e acompanha casos de violência.
Casas-abrigo
Acolhimento em endereço sigiloso para quem corre risco de morte, com acesso pela rede de atendimento.